• 16Mai

    Silvestre

    Directed by César Monteiro.

    With Maria de Madeiros, Teresa Madruga, Luís Miguel Cintra

    Portugal 1981, 35mm, color, 118 min. Portuguese with English subtitles

    A bewitching combinatory adaptation of the Bluebeard tale and a 15th century Portuguese fable of a damsel who disguises herself as a knight errant, Silvestre is both radically feminist and fascinated with the dark, primal logic of the paternal order. Monteiro’s earliest collaboration with producer Paulo Branco was among his first to receive international acclaim, with special attention given to Silvestre’s daring use of deliberate artifice – front-projected backgrounds, extended freeze frames, theatrical performances – to capture the fatalistic rhythm and dream logic of myth.

    Silvestre 6

    Harvard Film Archive

    Carpenter Center for the Visual Arts

    24 Quincy Street

    Harvard University

    Cambridge, MA 02138

    Fax: (617) 496-6750

  • 11Mar

    João César Monteiro – Entrevista: Branca de Neve (2000)

    Monteiro_BdN1

  • 04Fev

    “Não faço parte de grupos e não tenho quaisquer afinidades culturais com colegas meus. Sinto-me, portanto, à margem daquilo a que se chama o novo cinema português (…). Sou um tipo ferozmente individualista que a si mesmo se toma pelo centro do mundo e está profundamente convencido que estas coisas de cinema, ou do que quer que seja, se atravessam sozinho.”

    MONTEIRO, João César, Morituri Te Salutant, Lisboa: Edições &ETC, 1974

  • 01Fev

    “O homem está deitado sobre a mulher e as suas atitudes parecem aos dois inocentes uma brutalidade espantosa. O amor será isto? Uma luta encarniçada? Ó noite, coberta pelo teu manto de lua: a neve, a neve ainda?”

    João César Monteiro (sobre Branca de Neve)

  • 31Jan

    “O amor é uma coisa bastante embaraçosa. Pelo menos da forma como eu o entendo: como algo de absoluto. As coisas que aprendemos na vida podiam levar-nos a relativizar o amor. Isso se eu tivesse algum bom senso na cabeça. Não é o caso. Há uma teimosia em entender o amor como coisa absoluta. Sendo absoluta, não é possível. Ficamos com a idéia.”

    João César Monteiro