• 04Fev

    A psicóloga sentou no divã Fernando Pessoa, o rei D. Afonso VI e João César Monteiro. Olhou-os para além da fama. Analisou os loucos.

    De D. Afonso VI a João César Monteiro, passando por Fernando Pessoa e Antero de Quental, Joana Amaral Dias propõem–se a sentar estas personalidades no divã e dar um nome aos seus comportamentos à luz da psicologia/psiquiatria actuais.

    artigo

  • 04Fev

    “Não faço parte de grupos e não tenho quaisquer afinidades culturais com colegas meus. Sinto-me, portanto, à margem daquilo a que se chama o novo cinema português (…). Sou um tipo ferozmente individualista que a si mesmo se toma pelo centro do mundo e está profundamente convencido que estas coisas de cinema, ou do que quer que seja, se atravessam sozinho.”

    MONTEIRO, João César, Morituri Te Salutant, Lisboa: Edições &ETC, 1974

  • 01Fev

    “O homem está deitado sobre a mulher e as suas atitudes parecem aos dois inocentes uma brutalidade espantosa. O amor será isto? Uma luta encarniçada? Ó noite, coberta pelo teu manto de lua: a neve, a neve ainda?”

    João César Monteiro (sobre Branca de Neve)

  • 31Jan

    “O amor é uma coisa bastante embaraçosa. Pelo menos da forma como eu o entendo: como algo de absoluto. As coisas que aprendemos na vida podiam levar-nos a relativizar o amor. Isso se eu tivesse algum bom senso na cabeça. Não é o caso. Há uma teimosia em entender o amor como coisa absoluta. Sendo absoluta, não é possível. Ficamos com a idéia.”

    João César Monteiro

  • 29Jan

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